segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Motivação, a essência de cada um...

Alguns personagens, bem conhecidos, foram obrigados a obter uma dose de motivação para que atingissem seus objetivos, vão alguns exemplos:

Wood Allen, ator, escritor, produtor e diretor premiado pela academia, quando estava na universidade, teve seu trabalho cinematográfico rejeitado; também foi reprovado em língua inglesa.

Leon Uris, autor de “Exodus”, foi reprovado no colégio três vezes.

Em 1959, a Universal Pictures dispensou Clint Eastwood e Burt Reynolds na mesma reunião com as seguintes declarações. Para Burt Reynolds: “Você não tem talento”. Para Clint Eastwood: “Você tem uma fratura no seu dente e o seu pomo de adão é proeminente, além disso, você fala muito devagar”. Como você sabe, Burt Reynolds e Clint Eastwood se tornaram grandes estrelas do cinema americano.

Em 1944, Emmeline Snively, diretor da agência de modelos “Livro Azul” disse para candidata a modelo Norma Jean Beker (Marilyn Monroe), “Você estará melhor se cursar secretariado, ou então, arranje um marido”.

Liv Ullman, que foi indicada duas vezes para o Oscar, como melhor atriz, foi reprovada em um teste na escola de teatro da Noruega. Os juízes disseram que ela não tinha talento.

Em 1962, quatro nervosos músicos fizeram uma apresentação para os executivos da Decca Recording Company. Os executivos não ficaram impressionados. Enquanto reprovavam este grupo de rock chamado “Os Beatles”, um dos executivos disse, “Nós não gostamos das suas músicas. Grupos de guitarristas estão fora de moda”.

Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone em 1876, ele não fez uma lista das possibilidades e o potencial de utilização. Após fazer demonstração para o presidente americano Rutherford Hayes, ele ouviu o seguinte: “É uma espantosa invenção, mas quem poderá querer fazer uso dela?”.

Em 1940, um outro jovem inventor chamado Chester Carlson apresentou sua idéia para 20 empresas, incluindo algumas das maiores empresas americanas. Eles rejeitaram–na. Em 1947, após sete longos anos de rejeições, ele finalmente conseguiu que uma pequena companhia, chamada Haloid, se interessasse por sua idéia. Ela comprou os direitos para industrializar o processo eletrostático para reproduzir cópias. A Haloid, mais tarde, veio a ser a Xerox Corporation, e ambos, ela e Carlson, ficaram muito ricos.

John Milton ficou cego com 44 anos. Dezesseis anos depois ele escreveu o clássico “Paraíso Perdido”.

Malcon Forbes da revista Forbes não foi aceito na equipe do jornal em Princenton.

Elvis Presley foi dispensado em 1954 pelo diretor do Grad Oley Opry que o aconselhou a ser motorista de caminhão.

Thomas Edison foi provavelmente o maior inventor da história das descobertas. Quando entrou para a escola seus professores reclamavam que ele era “muito lento” e duro para aprender. Como resultado, sua mãe decidiu tirá-lo da escola e ensiná-lo em casa. O jovem Edison ficou fascinado por ciências. Com apenas dez anos de idade, já havia montado seu primeiro laboratório de química. A sua persistência, energia e genialidade ele definiu assim: “Um por cento de inspiração e 99 por cento de transpiração”. Produziu em toda sua vida mais de 1300 inventos. Quando inventou a lâmpada, tentou mais de 1000 experiências antes de fazê-la funcionar. Um jovem repórter perguntou e ele como se sentia fracassando tantas vezes. Ele disse: “Eu nunca fracassei. Apenas descobri 1000 maneiras de não fazer a lâmpada.”

Se estas pessoas tivessem desistido de seus objetivos, pelas opiniões e pareceres que receberam (de outras pessoas consideradas "experts") e afogado suas motivações, jamais teriam chegado ao topo de seus objetivos.

Muitas vezes somos fracos e desistimos ao primeiro sinal de fumaça, ou ao primeiro tropeço. Não devemos, por outro lado, ser persistentes com situações que estão, literalmente, fora de nosso alcance, por isso a auto-reflexão sobre as nossas aptidões (vocações) e limitações, se faz imperativa no dia a dia, a fim de que consigamos identificar nossas afinidades e a partir daí, adquiramos motivação à conquista do objetivo.



Fernando Sarle


Parte da pesquisa foi realizada no livro:
Insight - Volume 1 - Autor: Daniel de Carvalho Luz